sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Não me pergunte o porque, mas de alguma maneira algo fazia com que seu coração disperasse junto ao meu e no encontro do nosso abraço-entrelaço, tudo ficava entre meios passos, no meio do silêncio.. assim subentendi-desentendido.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

amar, amor.

Plena mulher, maçã carnal, lua quente,
espesso aroma de algas, lodo e luz pisados,
que obscura claridade se abre entre tuas colunas?
que antiga noite o homem toca com seus sentidos?
Ai, amar é uma viagem com água e com estrelas,
com ar opresso e bruscas tempestades de farinha:
amar é um combate de relâmpagos e dois corpos
por um so mel derrotados.
Beijo a beijo percorro teu pequeno infinito,
tuas margens, teus rios, teus povoados pequenos,
e o fogo genital transformado em delícia
corre pelos tênues caminhos do sangue
até precipitar-se como um cravo noturno,
até ser e não ser senão na sombra de um raio.

Special needs



Ditosa que ao teu lado só por ti suspiro!
Quem goza o prazer de te escutar,
quem vê, às vezes, teu doce sorriso.
Nem os deuses felizes o podem igualar.

Sinto um fogo sutil correr de veia em veia
por minha carne, ó suave bem querida,
e no transporte doce que a minha alma enleia
eu sinto asperamente a voz emudecida.

Uma nuvem confusa me enevoa o olhar.
Não ouço mais. Eu caio num langor supremo;
E pálida e perdida e febril e sem ar
 um frêmito me abala, eu quase morro. eu tremo.                                         

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cody


Of all I knew
I held too few
And would you stop me
If I tried to stop you?
Old songs, stay to the end
Sad songs, remind me of friends
And the way it is, I could leave it all
And I ask myself, would you care at all?
When I drive alone at night
I see the streetlights as fairgrounds
And I tried a hundred times
To see the road signs as day-glow
Old songs, stay to the end
Sad songs, remind me of friends
And the way it is, I could leave it all
And I ask myself, would you care at all?