quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
[...]
Então, sorri, enquanto abro lentamente
a minha porta, o nosso livro, a tua roupa
Enquanto falo com a voz um pouco rouca
o quanto sinto tua pele um tanto quente
Então, segue, com um canto da tua boca
rindo um riso leve, calmo e inocente
Doutro lado, sê faminta e indecente
irresponsável, selvagem, voraz e louca
Tira-me de mim; leva-me ao labirinto
de caminhos de odores, sois e gosto
só pra ver, no paraíso, o que eu sinto
Tira-me do sério, com um toque faminto
enquanto deixo parte do teu corpo exposto
Mas não tira esse sorriso do teu rosto
a minha porta, o nosso livro, a tua roupa
Enquanto falo com a voz um pouco rouca
o quanto sinto tua pele um tanto quente
Então, segue, com um canto da tua boca
rindo um riso leve, calmo e inocente
Doutro lado, sê faminta e indecente
irresponsável, selvagem, voraz e louca
Tira-me de mim; leva-me ao labirinto
de caminhos de odores, sois e gosto
só pra ver, no paraíso, o que eu sinto
Tira-me do sério, com um toque faminto
enquanto deixo parte do teu corpo exposto
Mas não tira esse sorriso do teu rosto
Assinar:
Postagens (Atom)


