sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Amamos amor de amar.
– Só sei que nós nos amamos muito
– Por que você está usando o verbo no presente? Você ainda me ama?
– Não, eu falei no passado!
– Curioso né? É a mesma conjugação.
– Que língua doida! Quer dizer que NÓS estamos condenados a amar para sempre?
– E não é o que acontece? Digo, nosso amor nunca acaba, o que acaba são as relações
– Pensar assim me assusta.
– Por quê? Você acha isso ruim?
– É que nessas coisas de amor eu sempre dôo demais
– Você usou o verbo "doer" ou "doar"?
– Pois é, também dá no mesmo…
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Desculpa/Perdão.
Perdão e Desculpa são duas palavras tão banais no uso, que nem desconfiamos da diferença entre elas. Em um certo sentido, Perdão e Desculpa são palavras quase opostas. O Perdão nos diz "ok, você fez isso, mas eu aceito seu pedido de perdão; não jogarei isso na sua cara e seremos do mesmo jeito que éramos antes". Já a Desculpa, fala "eu percebo que você não podia evitar, sei que realmente você não queria fazer isso; você não é culpado". Assim, um ato falho sem culpa precisa de desculpa, e não de perdão. Da mesma forma, boas desculpas não precisam de perdão - já que o perdão exige culpa - e se você quer ser perdoado, não há desculpas para o que fez - pois pedir perdão é assumir a culpa.
Porém, isso não invalida a possibilidade de haver os dois ao mesmo tempo. O problema está em pedirmos desculpas para aquilo que exige perdão.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Nostálgica nostalgia, sentimentos deturpados.
Treze anos atrás o sorvete era mais gostoso, ver tv era divertido e se machucar jogando bola não era nada de mais, nunca foi problema perder o tampão do dedo. Tinha medo de filmes de terror, eu acreditava nas histórias que meu irmão contava. Viajava 100 km e achava que tinha dado a volta ao mundo, fazia planos com minhas primas e realmente acreditava neles. Esperava ansiosamente pelo meu aniversário, amava aniversários e adorava ir ao colégio, me ralar andando de patins e bicicleta, rabiscar a calçada para brincar de amarélinha nunca foi tão divertido. Não sabia o que era ter problemas e sentir uma dor diferente da qual não fosse física. Nunca tinha experimentado drogas e acreditava que todas as pessoas que eu considerava eram minhas amigas. Tudo parecia ter gosto e cheiro, me lembro com saudades. Não consigo sentir o mesmo gosto do sorvete, não vejo graça em ver tv e odeio me machucar². Mal vejo minha mãe, perdi meu pai e a única verdade que acredito é que: o tempo realmente não para e além disso ele voa. Ah! voa pra tão longe que tive que fazer um esforço danado pra me lembrar de treze anos atrás.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
o sentimento disse..
Dificil dizer como me sinto quando alguém que tanto amo diz que nunca vou conseguir algo. Talvez não com essas palavras, mas algumas bem parecidas. Seria isso uma divergência pelo fato da diferença de idade ? Ou o que posso pensar ? Quero o mesmo, mas não posso me comprometer com algo e simplesmente falhar, quero ser o melhor, mas sei que o momento não é agora, sei que não está muito próximo pois tenho muitas tarefas a cumprir para ser uma pessoa melhor. Ouvir isso logo de alguém que tanto me dedico faz me sentir como poeira no ar e confesso que sinto vontade de partir, sabe?
Tenho medo de decepcionar as pessoas, de magoá-las, de fazê-las cansarem de mim. E as pessoas, tem esse medo ?
domingo, 12 de junho de 2011
Feliz dia dos namorados (as)
Posso dizer que amor não é se envolver com a pessoa perfeita,
aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser. Te agradeço por ter me mostrado o melhor que eu posso ser.
"You are the hope that keeps me trusting, you are the life to my soul. You are my purpose, you're everything.."
terça-feira, 17 de maio de 2011
C.L
- Ela é tão livre que um dia será presa.
- Presa por quê?
- Por excesso de liberdade.
- Mas essa liberdade é inocente?
- É. Até mesmo ingênua.
- Então por que a prisão?
- Porque a liberdade ofende.
- Presa por quê?
- Por excesso de liberdade.
- Mas essa liberdade é inocente?
- É. Até mesmo ingênua.
- Então por que a prisão?
- Porque a liberdade ofende.
se fecho os olhos é porque não quero ver o mal que você me faz é quase sempre sem querer.
domingo, 8 de maio de 2011
...
tua mentiras chegam antes de tua boca
das tuas palavras, dos teus beijos e gemidos
e escandalizam minha fé, já muito pouca
ante o vazio do abraço oferecido
tua indecência é uma tempestade rouca
esbravejando o que a alma tem perdido
vestindo-me, como se dores fossem roupas
despindo-me, como quem despe pra o castigo
tua vontade é um prato cheio pra minha fome
que se alimenta de fraquezas e venenos
antes que a vida que há em mim me abandone
teu olhar calmo é uma forma de aceno
que traz, em lâminas, teu gosto e o teu nome
do jeito mais vicioso, nocivo e obsceno
sábado, 30 de abril de 2011
Vejo a pessoa sem graça que eu me tornei. E em parte a culpa é sua. Nunca havia sido assim. Essa seriedade não fazia parte do que eu era. Precisei desenvolver isso para que nós pudéssemos sobreviver. Chamaram-me de "tia" ontem, sabia? E eu não sei quando comecei a ser assim triste, desajeitada, apagada. Tornei-me chata. Por você. Poderia pedir desculpas. Poderia deixar tudo ir pelos ares. Mas eu tenho essa mania insistente de tentar salvar você do abismo o tempo todo. (...) Mal vejo que acabo indo junto.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
gozo
Eu quero o gozo lento dos sem pressa
que gota a gota sorvem toda a vida
Eu quero a força franca e atrevida
pecaminosa, densa e inconfessa
Eu quero o toque até que a pele peça
em arrepios, tão estremecida
que seu suor se torne a bebida
e a carne seja a ceia mais perversa
Eu quero sons que não formem palavras
e gestos invasores desatentos
que inflamem o que antes dormitava
Eu quero o cheiro, o brilho e o movimento
o grito, erupção, saliva e lava
- sem pressa, amor, eu quero o gozo lento
que gota a gota sorvem toda a vida
Eu quero a força franca e atrevida
pecaminosa, densa e inconfessa
Eu quero o toque até que a pele peça
em arrepios, tão estremecida
que seu suor se torne a bebida
e a carne seja a ceia mais perversa
Eu quero sons que não formem palavras
e gestos invasores desatentos
que inflamem o que antes dormitava
Eu quero o cheiro, o brilho e o movimento
o grito, erupção, saliva e lava
- sem pressa, amor, eu quero o gozo lento
se [?]
e eu soubesse o que há de baixo da tua pele
o que desenha, em tuas veias, sentimentos
há, no mundo, um instrumento que revele
teus segredos mais famintos e sedentos?
se eu pudesse, em um brevíssimo momento
ler tua alma, os teus medos, teus desejos
poderia, com meu sopro indecente
rearranjar tua história com meus beijos
mas meus olhos só enxergam pele adentro
quando olho fixo pela claridade
dos teus olhos, indeciso, mas atento
inda assim enxergo só parcialidade
e não consigo compreender os fragmentos
nem juntar as sílabas dessa von‐ta‐de
o que desenha, em tuas veias, sentimentos
há, no mundo, um instrumento que revele
teus segredos mais famintos e sedentos?
se eu pudesse, em um brevíssimo momento
ler tua alma, os teus medos, teus desejos
poderia, com meu sopro indecente
rearranjar tua história com meus beijos
mas meus olhos só enxergam pele adentro
quando olho fixo pela claridade
dos teus olhos, indeciso, mas atento
inda assim enxergo só parcialidade
e não consigo compreender os fragmentos
nem juntar as sílabas dessa von‐ta‐de
Dela, eu quero bem pouco:
quero o abraço apertado
o sorriso instigante
o olhar interessado
quero sua mão na minha
enquanto a gente caminha
por um trieiro inventando
Quero velar o seu sono
e quero meu sono velado
e que tenhamos segredos
que distraiamos o medo
e que deixemos de lado
o que não caiba na mala
de quem parte apressado
Quero deitar sobre a relva
sob o céu enluarado
contando coisas de mim
que nunca tinha contado
Quero, em outro momento
tão desesperadamente
como um lobo esfomeado
devorar suas vontades
e também ser devorado
Quero ainda muito mais
pr'além do que os simples mortais
tenham palavra inventado.
quero o abraço apertado
o sorriso instigante
o olhar interessado
quero sua mão na minha
enquanto a gente caminha
por um trieiro inventando
Quero velar o seu sono
e quero meu sono velado
e que tenhamos segredos
que distraiamos o medo
e que deixemos de lado
o que não caiba na mala
de quem parte apressado
Quero deitar sobre a relva
sob o céu enluarado
contando coisas de mim
que nunca tinha contado
Quero, em outro momento
tão desesperadamente
como um lobo esfomeado
devorar suas vontades
e também ser devorado
Quero ainda muito mais
pr'além do que os simples mortais
tenham palavra inventado.
silêncio é..
eu roubaria um beijo teu
como quem rouba estrelas
do céu perfeito de deus
que a nada se assemelha
roubaria, antes do adeus
mesmo de face vermelha
e lábios como a centelha
mais tensa que já ardeu
eu roubaria, urgente
por quanto tempo pudesse
o beijo mais confidente
e numa forma de prece
seria amável e indecente
de um jeito que não se esquece
silêncio é a cor do beijo que a saudade dá na esperança
como quem rouba estrelas
do céu perfeito de deus
que a nada se assemelha
roubaria, antes do adeus
mesmo de face vermelha
e lábios como a centelha
mais tensa que já ardeu
eu roubaria, urgente
por quanto tempo pudesse
o beijo mais confidente
e numa forma de prece
seria amável e indecente
de um jeito que não se esquece
silêncio é a cor do beijo que a saudade dá na esperança
quinta-feira, 24 de março de 2011
Fernando Pessoa
O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.
quarta-feira, 23 de março de 2011
vdm
My day to day is more relaxed until the moment when my mind takes me to you. My mind betrays me, the heart squeezes, attention fades Butterflies ... With so many symptoms the disease seems to miss, but I know that healing is your presence
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Não me pergunte o porque, mas de alguma maneira algo fazia com que seu coração disperasse junto ao meu e no encontro do nosso abraço-entrelaço, tudo ficava entre meios passos, no meio do silêncio.. assim subentendi-desentendido.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
amar, amor.
Plena mulher, maçã carnal, lua quente,
espesso aroma de algas, lodo e luz pisados,
que obscura claridade se abre entre tuas colunas?
que antiga noite o homem toca com seus sentidos?
Ai, amar é uma viagem com água e com estrelas,
com ar opresso e bruscas tempestades de farinha:
amar é um combate de relâmpagos e dois corpos
por um so mel derrotados.
Beijo a beijo percorro teu pequeno infinito,
tuas margens, teus rios, teus povoados pequenos,
e o fogo genital transformado em delícia
corre pelos tênues caminhos do sangue
até precipitar-se como um cravo noturno,
até ser e não ser senão na sombra de um raio.
espesso aroma de algas, lodo e luz pisados,
que obscura claridade se abre entre tuas colunas?
que antiga noite o homem toca com seus sentidos?
Ai, amar é uma viagem com água e com estrelas,
com ar opresso e bruscas tempestades de farinha:
amar é um combate de relâmpagos e dois corpos
por um so mel derrotados.
Beijo a beijo percorro teu pequeno infinito,
tuas margens, teus rios, teus povoados pequenos,
e o fogo genital transformado em delícia
corre pelos tênues caminhos do sangue
até precipitar-se como um cravo noturno,
até ser e não ser senão na sombra de um raio.
Special needs
Ditosa que ao teu lado só por ti suspiro!
Quem goza o prazer de te escutar,
quem vê, às vezes, teu doce sorriso.
Nem os deuses felizes o podem igualar.
Sinto um fogo sutil correr de veia em veia
por minha carne, ó suave bem querida,
e no transporte doce que a minha alma enleia
eu sinto asperamente a voz emudecida.
Uma nuvem confusa me enevoa o olhar.
Não ouço mais. Eu caio num langor supremo;
Quem goza o prazer de te escutar,
quem vê, às vezes, teu doce sorriso.
Nem os deuses felizes o podem igualar.
Sinto um fogo sutil correr de veia em veia
por minha carne, ó suave bem querida,
e no transporte doce que a minha alma enleia
eu sinto asperamente a voz emudecida.
Uma nuvem confusa me enevoa o olhar.
Não ouço mais. Eu caio num langor supremo;
E pálida e perdida e febril e sem ar
um frêmito me abala, eu quase morro. eu tremo.
um frêmito me abala, eu quase morro. eu tremo.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Cody
Of all I knew
I held too few
And would you stop me
If I tried to stop you?
I held too few
And would you stop me
If I tried to stop you?
Old songs, stay to the end
Sad songs, remind me of friends
And the way it is, I could leave it all
And I ask myself, would you care at all?
Sad songs, remind me of friends
And the way it is, I could leave it all
And I ask myself, would you care at all?
When I drive alone at night
I see the streetlights as fairgrounds
And I tried a hundred times
To see the road signs as day-glow
I see the streetlights as fairgrounds
And I tried a hundred times
To see the road signs as day-glow
Old songs, stay to the end
Sad songs, remind me of friends
And the way it is, I could leave it all
And I ask myself, would you care at all?
Sad songs, remind me of friends
And the way it is, I could leave it all
And I ask myself, would you care at all?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
..
O amor é sempre novo. Não importa que amemos uma, duas, dez vezes na vida - estamos sempre diante de uma situação que não conhecemos. O amor pode levar-nos ao inferno ou ao paraíso, mas leva-nos sempre a algum lugar. É preciso aceitá-lo, porque ele é o alimento da nossa existência. Se nos recusamos, morremos de fome, enquanto vemos os ramos carregados da árvore da vida, sem coragem para estender a mão e colher os frutos. É preciso procurar o amor onde ele estiver, mesmo que isso signifique horas, dias, semanas de decepção e tristeza.
Porque no preciso momento em que partirmos em busca do amor, também ele parte ao nosso encontro.
E salva-nos
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Tudo em mim.
A vida dá tantas voltas, que não entendo porque andei e parei exatamente de onde sair. Bom ás vezes, precisamos parar e pensar, correr demais pode não dar certo e podemos cansar de uma hora pra outra, causando um terremoto em nossas vidas, fazendo com que ficamos com algum hematomas no coração pro resto da vida, por um simples ato de impulso, confiar demais. Devemos saber o que queremos antes de nos envolvermos nas garras da vida e nos precipitarmos a fazer o que o coração manda. Agora se vc está nessa situação, já fez tudo isso e ficou totalmente arrasado, perdido, é hora de vc pensar redobrado pra não se afundar mais ainda, apagar qualquer coisa que lhe faça mal.
Uma das coisas mais tristes é quando a retrospectiva de sua vida começa a passar e lembrar dos momentos que vc achava que era feliz. Isso é bom, pois vai fazer vc refletir a não passar por tudo outra vez. Bom é isso: pense, reflita e faça certo, se cair levante e comece de novo...!Ah, e lembre-se: as pessoas são livres, todas elas.
Não há nada que as amarre, nem por força física, nem por nada.
Nem por sentimento alguém é preso sem vontade
Mas por vontade, todos são livres buscando prender-se em algo
E nesse algo, em alguém...
Não necessita de legenda.
Pra se falar de amor é indispensável que eu tenha vivido tudo que ele pode provocar. Do frio na barriga aos olhares perdidos nas nuvens, no ar. Ter lembranças das reações à tímida troca de olhares e aos primeiros sorrisos da paquera. Sem deixar de lado o arrepio na espinha do primeiro beijo seguido do olhar feliz, porém envergonhado. Mas não posso negar que há dores em amar. Há a desilusão que todo mundo conhece e a tristeza por não ser agrado aos olhos de quem tanto se quer bem. A aflição maior se dá quando sequer conseguimos dizer o quanto é puro o amor que temos, mesmo que ele só cause dor. Provamos o gosto ruim das lágrimas pesadas, choro aos soluços, que arrancaram dos olhos a beleza sorridente e mascararam os olhares com um pesar descontente. E a mágoa de ter sido deixado pra trás, então. Sonhos deixados de lado, resumidos à frustração. Mas há que se acreditar, que o que há de pesado, pode também ser suave e puro. Há amor que pode ser leve, delicado e gentil. Que sabe ser intenso e febril e pode ser a coisa mais singela que já se viu. Não que ele prefira ser dicotômico. Não creio que seja assim, tão radical. Do tipo escolhe entre fazer bem ou fazer mal. Acontece que, quando comparamos, amarramos os extremos para sentir quão diferentes são. E quando o amor é agradável, colorido e leve que basta um sopro pra formar bolhas de sabão só pra representar o que ele causa, sinto que amando é possível levitar. Assim, o que doeu fica tão pequeno e insignificante que daqui do alto ninguém consegue lembrar.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Liberte o coração
Diante de minha fragilidade, renuncio aos olhares nefastos e cheios de desencantos. À revelia dos bons sentimentos, encho meu ser de força e nas mais belas imposturas das minhas emoções, liberto todo meu coração!
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