Reconheço meu pesar quando tudo é traição, o que venho encontrar é a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha e sempre será. Minha terra tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
Quase acreditei na sua promessa e o que vejo é fome e destruição, perdi a minha sela e a minha espada, perdi o meu castelo e minha princesa.
E, por honra, se existir verdade existem os tolos e existe o ladrão e há quem se alimente do que é roubo, mas vou guardar o meu tesouro caso você esteja mentindo.
É a verdade o que assombra, o descaso que condena, a estupidez, o que destrói.
É a verdade o que assombra, o descaso que condena, a estupidez, o que destrói.
Eu vejo tudo que se foi e o que não existe mais, tenho os sentidos já dormentes, o corpo quer, a alma entende. Esta é a terra-de-ninguém, sei que devo resistir eu quero a espada em minhas mãos. Não me entrego sem lutar, tenho, ainda, coração.
Não aprendi a me render, que caia o inimigo então.
Tudo passa, tudo passará...
E até lá vamos viver, temos muito ainda por fazer.
Não olhe pra trás, apenas começamos.
Não olhe pra trás, apenas começamos.


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