sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

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O amor é sempre novo. Não importa que amemos uma, duas, dez vezes na vida - estamos sempre diante de uma situação que não conhecemos. O amor pode levar-nos ao inferno ou ao paraíso, mas leva-nos sempre a algum lugar. É preciso aceitá-lo, porque ele é o alimento da nossa existência. Se nos recusamos, morremos de fome, enquanto vemos os ramos carregados da árvore da vida, sem coragem para estender a mão e colher os frutos. É preciso procurar o amor onde ele estiver, mesmo que isso signifique horas, dias, semanas de decepção e tristeza.
Porque no preciso momento em que partirmos em busca do amor, também ele parte ao nosso encontro.
E salva-nos

1 comentários:

Teko disse...

Qual a margem tolerável de abstração e/ou concretude no amor?

Tenho pensado a respeito.

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